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LEIA COM ATENÇÃO

 

 

Hidráulica

Crescimento da Emmeti no RS é o dobro da média nacional da empresa em 2007
 

Consumidores, instaladores, revendedores e grandes construtoras do estado, como a Goldsztein, reconhecem vantagens do tubo de alumínio multicamadas da Emmeti

No ano passado, o crescimento da Emmeti Brasil no Rio Grande do Sul (RS) foi o dobro da média nacional da empresa, em relação a 2006. Enquanto as vendas aumentaram, no período, 30% em todo o Brasil, no Rio Grande do Sul o acréscimo foi de nada menos que 60%. Os números são ainda mais expressivos se comparados à média de crescimento da indústria nacional, que foi de 5,9% de janeiro a outubro de 2007, segundo dados recentes do IBGE.
       A diretoria da Emmeti justifica a dianteira das vendas no RS pelo que chama de “cultura do aquecimento” que, entre outros fatores, pode ser justificada pelas baixas temperaturas e o alto poder aquisitivo da região. “No Sul, a água quente é quase tão necessária quanto a fria em qualquer outro lugar do País”, considera Flávio Pinto, gerente de vendas da empresa.
       A expectativa da empresa para 2008 é, ao menos, manter os índices de crescimento alcançados. “Mas, se dobrarmos o faturamento não será tão espantoso diante dos retornos positivos dos nossos produtos”, acrescenta o gerente.
 
Reconhecimento
       Dois anos após o lançamento no estado, consumidores, instaladores, revendedores e até mesmo grandes construtoras do Rio Grande do Sul, como a Goldsztein, reconhecem as vantagens e atestam a qualidade do tubo de alumínio multicamadas Emmeti, utilizado para instalações hidráulicas. “Gostei! É bem melhor e com instalação mais rápida que qualquer outro material, como o PPR e o cobre. É só esticar e fazer as curvas. Não precisa cortar, colar e nem soldar. Esse tubo é uma beleza!”, avalia o instalador Moacir Edson Rodrigues Machado, da Hidrau Center, de Porto Alegre.
       Ele é um dos responsáveis pela instalação dos tubos Emmeti para o sistema de água quente dos empreendimentos de alto padrão Cipriani e Riserva Cipriani, da Goldztein, no Jardim Europa, em Porto Alegre. Machado estima o uso de aproximadamente 8 mil metros de tubos Emmeti no local, que reúne dez prédios de apartamentos. O proprietário da Hidrau Center, Sérgio Godoy Pereira, acrescenta que o tubo Emmeti também já foi instalado em outros cinco prédios da construtora no Jardim Europa.
       Fernando Luz Alves, engenheiro responsável pelas obras do Riserva Cipriani, contabiliza um ganho de aproximadamente 30% com a mão-de-obra devido à facilidade e rapidez na instalação dos tubos Emmeti. Machado, o instalador, exemplifica: “Para cada apartamento, onde usaria 47 peças para conexões com materiais como o cobre e o PPR, o que equivale a três dias de trabalho, uso apenas 22 T’s da Emmeti para as ramificações e concluo a instalação em apenas um dia”.
 
Perspectivas
       A Goldsztein também reconhece a qualidade e eficiência dos tubos Emmeti. O diretor técnico da construtora, Marco Antônio Rodrigues, adianta que a empresa pretende usar o material nos próximos empreendimentos de médio e alto padrões, que correspondem a aproximadamente metade dos 150 mil metros quadrados (m2) de apartamentos a serem entregues neste ano e dos 350 mil m2 com conclusão prevista para 2009.
       Rodrigues conta que passaram a usar o tubo da Emmeti, há cerca de um ano, em substituição a um similar importado da Alemanha. “Optamos pela Emmeti porque podemos contar com representante e revendas aqui mesmo, na cidade, o que facilita caso haja necessidade de entrega rápida do material”, justifica o diretor.
       A Brumar Empreendimentos Imobiliários Ltda, de Capão da Canoa (litoral do RS), também está satisfeita com a escolha pelos tubos Emmeti. O proprietário da empresa, Bruno Júlio Kellermann, usou 1,2 mil metros de tubo para água aquecida no Residencial Carlos Guilherme, com o total de 34 apartamentos.
Ele adianta que pretende usar o material em seu novo empreendimento, um residencial de alto padrão à beira-mar, com conclusão prevista para dezembro de 2009.
 
Revendas
       No RS, a Emmeti conta, atualmente, com 50 pontos de venda de tubos e duzentos pontos de venda de materiais variados, como válvulas (para água, gás, etc.), acessórios, sistema hidráulico ponto a ponto e aquecimento de piso. A Hidrogás, uma das mais tradicionais lojas de material hidráulico de Porto Alegre, foi uma das primeiras a reconhecer a qualidade e comercializar o tubo Emmeti no RS.
       Marco Antônio Glanzner, filho do proprietário e fundador da loja, o senhor Nicolau Glanzner, diz que as vendas do tubo Emmeti têm aumentado. Ele relaciona o sucesso das vendas ao convencimento de boa parcela de instaladores sobre as vantagens do material, mas a comercialização já inclui consumidores diretos.
       A Masil, no bairro São Geraldo, em Porto Alegre, especializada no atendimento a construtoras, começou a vender os tubos Emmeti há um ano, com o objetivo de manter estoque para atender aos projetos da Goldsztein, mas hoje também atende a outras demandas.
 

 

MUDANÇA REFERENTE AO USO DE PELÍCULA NOS VIDROS DOS VEÍCULOS

Todos os que circulam pelas nossas vias abertas a circulação são regidos pelo nosso Código de Trânsito Brasileiro. Junto dele há ainda algumas outras leis e muitas Resoluções do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) que nos disciplinam quanto ao uso de forma correta e segura dos veículos.

Há três resoluções novas (21 de novembro de 2007) de nº 253, 254 e 255, que muda um pouco o assunto que trata sobre aposição de películas.

A resolução nº 253 homologa um aparelho chamado de MEDIDOR DE TRANSMITÂNCIA LUMINOSA. Este medidor de transmitância luminosa das áreas envidraçadas de veículos deve ser aprovado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO e homologado pelo DENATRAN. Bem já temos notícia do aparelho, vamos ver quando ele chega.

Hoje vemos que a maioria dos veículos tem películas nas áreas envidraçadas dos veículos. O vidro se torna mais escuro e difícil de identificar quem está do lado de dentro. Existem os que acham muito bom, pois o veículo não esquenta tanto no dia e o painel e estofamento não sofrem tanto com a degradação da ação do sol e o calor. Há porém importunos. Quem está do lado de fora não sabe o que os que estão do lado de dentro hão de fazer. Se estiverem na frente de um bando, por exemplo, e estiverem prestes a efetuar um assalto, os bandidos poderão manusear suas armas sem serem percebidos pela Polícia e os demais. Sem falar em um seqüestro ou outros atos vândalos que podem ser cometido dentro de um veículo desta natureza.

Mas como fica a questão da transparência. A Resolução 254 trata o seguinte:

·        pára-brisa dianteiro: mínimo de 75% de transparência

·        vidros das portas dianteiras e quebra vento: mínimo de 70% de transparência

·        vidros das portas traseiras e vidro traseiro: mínimo de 28% de transparência

A película não pode ser refletiva (espelhada). O veículo deverá possuir espelhos retrovisores de ambos os lados. Bem, mas você que esta lendo deve estar pensando ou comentando que o que ocorre não é isto. Os veículos usam películas escuras demais. É verdade. Poucos são os que respeitam os limites mínimos de transparência. E por que isso continua ocorrendo? Por que não se multa e manda retirar os que desrespeitam esta norma?

Simples, todos os vidros onde houver películas deverão ter o índice de transmissão luminosa existente em cada conjunto vidro-película, serão gravados indelevelmente na película por meio de chancela, devendo ser visível pelos lados externos dos vidros. Assim, de uma forma fraudulenta eles colocam uma película com 10% de transparência e gravam nela uma chancela de 70%. Vocês não acham isso uma Piada!!

Pois é, mas a coisa anda assim. E os agentes evitam autuar pelo simples fato de que vale o que está na chancela. Porém com a novidade do aparelho, os motoristas que possuírem vidros com essas películas adulteradas é bom abrirem os olhos e mudarem enquanto há tempo.

Se tiverem dúvidas, dirijam-se a um CFC mais próximo de sua residência e procurem saber a forma mais correta de dirigir seu veículo. Caso queiram fazer algum tipo de pergunta, favor enviar e-mail.

Um belíssimo dia a todos.

Roberto Carlos Justo Matos 

RG 7042040746

Pedagogo

Instrutor do CFC Torres

e-mail: rcjusto@ibest.com.br, rc-justo@hotmail.com 51 98476903

 

 

15 - DIVISAS

 

As divisas são um primo irmão, quase gêmeo dos pedágios. Nação que não fatura divisas econômicas se manterá na categoria “em desenvolvimento”. Quer dizer: nunca será desenvolvida; sempre será dependente. O superávit positivo da balança comercial é a sobrevivência do país. Será uma globalização politicamente correta?

Este modelo que nossa espécie racional alcançou, a duras penas, mantendo vencidos os fracos, é a mola mestra do fervilhar social do século que recém desperta.

As divisas justificam a deterioração de vida, que engolimos com grandes lamentos, todavia elogiando-as. Percebemos os seus malefícios, no entanto concluímos que são seqüelas a suportar, visando um conforto maior.

 Assim pensam e procedem as nações ricas; as outras as imitam. Assim agem os grandes empresários; os pequenos os seguem. Assim imagina a população, cooperando para que as divisas aumentem.

A estabilidade do planeta está ameaçada de colapso enquanto nós brincando de fazer divisas; trazer divisas; pensar divisas!

Temos exemplos bombásticos. Vamos a alguns:

O turismo oficial é um campo minado de benesses e armadilhas em franca expansão. Em seu nome pode-se tolerar, arriscar, modificar valores, esquecer princípios,... que tudo parece inoc